Chega!
Não somos mais vítimas silenciosas de redes de jogos de azar offshore não regulamentadas.
A Ordem de Proteção às Vítimas entra em vigor agora.
Essa rede opera por meio de uma estrutura offshore multinacional calculada:
Costa Rica – Registro de empresas e entidades jurídicas
Curaçao – Licenças de jogo e empresas de fachada
Chipre – Empresas de encaminhamento e distribuição de pagamentos
Eles usam essa estrutura internacional para desviar fundos dos jogadores, evitando regulamentação e prestação de contas efetivas.
O que fazer (e o que NÃO fazer):
Fazer:
Informe imediatamente sua corretora/provedor de carteira, registre um boletim de ocorrência e denuncie o crime cibernético (EUA: IC3).
Guarde todas as evidências: hashes de transação, endereços de carteira, conversas, e-mails, capturas de tela.
Considere como suspeitos quaisquer "serviços de recuperação" que solicitem pagamentos antecipados em criptomoedas, acesso remoto à área de trabalho ou acordos de confidencialidade.
Não:
Pague quaisquer taxas de "processamento", "liberação", "imposto", "gás" ou "verificação AML".
Instale o software ou conceda acesso remoto aos "agentes de recuperação".
Acredite nos depoimentos postados nos comentários — isso é promoção, não prova.
Importante:
NÃO compartilhe dados pessoais, detalhes de transações ou capturas de tela neste tópico.
No entanto, se você se sentir à vontade, pode compartilhar quanto dinheiro depositou e nunca recebeu de volta.
Recursos úteis:
Whistle42.com → Plataforma de denúncias anônimas da FinTelegram
FinTelegram.com → Plataforma investigativa independente que expõe redes offshore
MEXC News → Seção de notícias sobre corretoras de criptomoedas que publica relatórios detalhados sobre esses esquemas.
O número de pedidos de indenização às vítimas está aumentando.
Quem está conosco?




