Estou apresentando esta reclamação em relação à grave violação, por parte da EpicStar, da política internacional de Jogo Responsável, ao desrespeito às solicitações oficiais e ao comportamento antiético da equipe de suporte.
Cronologia dos eventos:
Cadastro e perdas: Eu me cadastrei na plataforma EpicStar em 13 de agosto de 2026. Entre 13 de agosto e 7 de setembro de 2026, minhas perdas totais chegaram a USD 1.286,80, o que afetou criticamente meu estado financeiro e psicológico.
Solicitação de Autoexclusão (27 de agosto): Ao perceber que estava desenvolvendo um grave vício em jogos de azar, enviei um e-mail formal ao suporte da EpicStar em 27 de agosto de 2026, solicitando que minha conta fosse suspensa imediata e permanentemente devido ao vício em jogos de azar.
E-mail ignorado: O suporte ao cliente ignorou completamente meu e-mail de 27 de agosto e continua ignorando o canal de comunicação oficial até hoje.
Abuso e provocação no chat: Quando tentei resolver o problema pelo chat online, o operador se recusou a reembolsar meu dinheiro e, em vez de bloquear imediatamente minha conta por ser um jogador com vício comprovado, começou a me pressionar ativamente para continuar jogando. O operador escreveu literalmente: "Experimente outros caça-níqueis... você com certeza terá sorte em alguns deles. Não desista, e você com certeza terá sorte!"
A essência da violação:
De acordo com os padrões geralmente aceitos na indústria de jogos de azar, os operadores são obrigados a restringir imediatamente o acesso a uma conta ao primeiro sinal de vício em jogos de azar. Recusar-se a bloquear uma conta ou encorajar diretamente um jogador que relatou um problema a continuar apostando ("experimente outros caça-níqueis") prejudica diretamente o cliente e explora sua vulnerabilidade.
Meus requisitos:
Banimento permanente: Exclusão/encerramento completo e permanente da minha conta, sem direito a recuperação.
Reembolso de depósitos: Reembolso total ou parcial de USD 1.286,80 depositados na plataforma durante o período especificado, devido à falha do operador em cumprir adequadamente suas obrigações de proteger os jogadores do vício em jogos de azar.





